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Educadores em Rede - Blog
23.5.2012 - Por ANGéLICA FERNANDES DE OLIVEIRA VITALINO
Um bate papo literário entre uma lisboeta e vários parnamirinenses
(O Livro Ilustrado como Ferramenta Artística de Interação Social)


 

            Dia 19 de maio.  Um sábado chuvoso, parecia um impedimento para que alguns professores pudessem chegar ao ‘rio pequeno’.  Mas não o foi.  O desejo de contribuir, como cidadão, e aprender sobre as mil possibilidades de uso do objeto livro, fez com que uma centena de professores, coordenadores, gestores e demais interessados no tema da rede municipal, estadual e privada pudessem chegar ao Auditório Vinicius de Medeiros, em Parnamirim, em dia não letivo.  A artista plástica, arquiteta e escritora lisboeta Margarida Botelho contagiou o público presente com sua maneira espontânea e graciosa de lidar com a literatura.

            Foram três horas de agradável palestra onde experiências de leitura, escrita, bem como relatos de vivências experimentadas no convívio com pessoas da Europa, África e América, foram compartilhadas com liberalidade.

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23.5.2012 - Por TELMA ARAUJO
Uma manhã com Roger Mello
Escritor/ilustrador de Maria Teresa e outras obras infantis


 

Nesta manhã de quarta-feira, foi realizado o 1 Encontro de Intercâmbio entre as Escolas da rede municipal de Natal e Parnamirim. Ali, tivemos a oportunidade de conhecer alguns projetos literários vivenciados nos espaços escolares, além de saber mais de perto sobre a Formação de Mediadores de Leitura em Ambiente Virtual, novidade lançada recentemente pela Rede Potiguar de Escolas Leitoras.

Em seguida, fomos brindados com uma sala de bate-papo entre alunos, professores e o escritor/ilustrador Roger Mello, que falou sobre seu trabalho com a literatura, demonstrando vasto conhecimento nesta área. Respondendo as questões dos convidados, o autor de inúmeras obras, dentre elas MariaTeresa que fora destaque em 2000 na estréia da série Livros Animados, do canal Futura, conquistou a todos os presentes pela simplicidade e descontração, destacando a importância da leitura literária na escola e na vida. 


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22.5.2012 - Por TELMA ARAUJO
Palestra de Margarida Botelho
Era uma vez um sábado chuvoso...


No último sábado, a Secretaria de educação de Parnamirim, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento da Educação - IDE e o apoio da livraria Paulinas, realizou a Palestra "Conte-me a sua história... O livro ilustrado como ferramenta artística de intervenção social" da escritora portuguesa Margarida Botelho. A autora, formada em arquitetura, inicia sua fala transitando e mostrando claramente uma ligação entre educação e arquitetura quando destaca os pilares de uma casa e aqueles que sustentam a educação básica, enfatizando que "não podemos cuidar do teto, sem antes garantirmos um bom alicerce". Pois bem, a mesma considera que a leitura pode sim ser um elemento fundamental na construção de uma formação leitora sólida. Durante toda sua fala, mostra com convicção e deslumbramento a importância da contação de história através da linguagem oral e corporal. Seus livros trazem personagens que vivem situações reais, são ilustrados pela autora, que nos diz como começou a escrevê-los. Ser escritora foi muito fácil, pois desde os 16 anos começou a trabalhar em uma biblioteca e lá se apaixonou pelos livros, tornando-se uma devoradora e transformadora de histórias. Sim, porque ela não apenas lia, mas vivia e trazia outros componentes às histórias lidas. Naquele sábado de muita chuva, nada melhor que ouvir e ver aquela criatura simples nos convencendo de que a leitura é a porta para um mundo incrivelmente mágico, transformador, que pode oferecer inúmeras e boas oportunidades para que nossas crianças, adolescentes e jovens bons leitores e escritores, sobretudo que sejam felizes!Parabenizo, em nome do IDE, aos organizadores do evento Angélica, Geraldo, Glória e demais. Parnamirim flui, com certeza, para um mar de muitas leituras!
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21.5.2012 - Por ANDRéIA CRISTIANE
Portal do Professor - MEC e o Projeto Cordel na Escola.
Escola Municipal Profª Íris de Almeida Matos - Parnamirim/RN.




 


Uma grande alegria!!!

O Portal do Professor do MEC, entrou em contato conosco e irá publicar o Projeto Cordel na Escola,
desenvolvido pelo Cordelista José Acaci na nossa Escola.
 

Fátima Schenini, Assessora de Comunicação Social do Ministério da Educação, me enviou um questionário para responder, enquanto diretora, sobre a importância da realização desse Projeto na Escola Municipal Professora Íris de Almeida Matos, também foi enviado questionamentos para a Professora Sandra Barbalho precursora de atividades cordelistas na nossa escola.
Na íntegra os questionamentos enviados para o email da secretária da Escola Ítala Márcia, pessoa responsável pelo primeiro contato.

Subject: Cordel na Escola
Date: Wed, 16 May 2012 12:03:56 -0300
From: JornaldoProfessor@mec.gov.br
To: italamarcia2010@hotmail.com

Cara Ítala,
Conforme contato telefônico, estou encaminhando algumas perguntas sobre o projeto Cordel na Escola, que está sendo realizado nessa instituição de ensino.
Peço a gentileza de encaminhá-las à diretora e à professora Sandra Barbalho, para serem respondidas até sexta-feira, dia 18.
Cordialmente,
Fátima Schenini
Editora do Jornal do Professor
Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação
Perguntas para a diretora:
1. Nome completo; curso de graduação (e de pós, se tiver); tempo de magistério; tempo na direção; leciona ou já lecionou? Qual a disciplina?
2. Por que a Escola Professora Íris está realizando o projeto Cordel na Escola? Qual o objetivo? Qual a duração desse projeto?
3. É a primeira vez que a escola realiza um projeto de cordel? Quais os benefícios que você espera com a realização desse projeto? Em sua opinião, ele irá proporcionar
melhorias no comportamento ou na aprendizagem dos alunos?
Perguntas para professora Sandra Barbalho:
1. Nome completo; curso de graduação (e de pós, se tiver); tempo de magistério; tempo nessa escola; disciplinas que leciona e turmas que atende;
2. Li, na internet, que a Escola Profa. Íris deu início ao projeto Cordel na Escola, com o cordelista José Acaci. Gostaria de saber mais detalhes sobre esse projeto: objetivo, duração, atividade, turmas que participam etc.
3. Como é a sua participação nesse projeto? Outros professores também participam do projeto?
4. Como é a receptividade dos alunos com relação às atividades desenvolvidas? Há interesse? Você observa melhorias na aprendizagem ou no comportamento dos alunos?
5. Você costuma trabalhar com literatura de cordel na sala de aula? Que projetos já realizou sobre esse tema? Quais as turmas que participaram? Quais os períodos?
6. Ao trabalhar com literatura de cordel, quais as principais atividades que costuma realizar com os alunos? Nesse assunto, você trabalha sozinha ou junto com professores de outras disciplinas?



Ao responder esse email aproveitamos para falar sobre o Projeto Literário Sopa de Letrinhas que vem surpreendendo com os talentos que estão sendo descobertos, entre eles Jeferson que além de ser convidado para vários eventos culturais na nossa cidade, recebe o patrocínio da Editora Cortez para promover a leitura em seu bairro, recebendo livros de excelente qualidade mensalmente, em seguida o aluno Jorge se destacando ao recitar poesias e agora a divulgação a nível nacional de Projetos realizados e desenvolvidos na nossa escola, devido as postagens atualizadas do nosso blog!!!!

Em breve mais notícias!!!



Aluno Jorge recitando Vinicius de Morais

Roda de leitura

Sr. Cortez e Jeferson
Evento Sopa de Letrinhas Sabor Cordel

Eu, com o Cordelista Acaci e a Profª Sandra Barbalho

Transformar a escola num ambiente acolhedor, num ambiente de aprendizagem,
de cumplicidade, de harmonia, de parcerias, com o intuito de transformar vidas,
não é um sonho,
é uma possibilidade!!!
E eu acredito!!!

Andréia Cristiane.
 
http://lersaboreareliterar.blogspot.com.br/2012/05/portal-do-professor-mec-e-o-projeto.html#more



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21.5.2012 - Por TATIANE SOUZA DE ARAúJO MELO
Livro - Além do Deserto
Venha apreciar!


Além do deserto  Ã© um livro voltado para os jovens leitores. Conta a história de Mikail e Thera, e de um planeta destruído pelo ataque de sombras que chegam com a noite. 
Assista ao booktrailer <http://www.youtube.com/watch?v=byOVx6uLhFc> , a produção é de Animar Estúdio e a narração de Arthur.


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19.5.2012 - Por CLÁUDIA SANTA ROSA
Dê adeus às bibliotecas
Instituições como a Biblioteca Nacional podem desaparecer ou ser vetadas...


Luís Antônio Giron - Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV.


Nostalgia é o oitavo pecado capital destes tempos. Você pode ser retrô e reciclar informações do passado com o glamour e a retina exata do presente. Ser nostálgico e sentir saudade é pecar. Por que sentir falta de um passado que era mais atrasado, mais ridículo e mais sujo do que o presente? Como sei que o presente é o futuro passado e que os brilhos atuais vão parecer foscos aos olhos judiciosos do amanhã, continuo a gostar da nostalgia. Recaio sempre nela, e sinto o olhar reprovador de quem está por perto e nota a infração. Para horror de minha mulher, guardo uma edição da Encyclopedia Britannica, edição de 1962. Pior, vivo consultando seus verbetes absoluta e encantadoramente desatualizados. Agora que a Britannica deixou de ser publicada em papel e migrou inteirinha para a internet, só me resta o prazer táctil de folhear a minha velha prensagem da obra. Não posso evitar ser um ser pré-internético, pré-google, pré-instagram e o diabo a quatro.
Em um desses meus acessos incuráveis de nostalgia, cometi o crime de visitar a biblioteca pública do meu bairro. Cheguei de mansinho, talvez pensando em reencontrar nas prateleiras os livros que mais me influenciaram e emocionaram. Topei com prateleiras de metal com volumes empoeirados à espera de um leitor que nunca mais apareceu. O lugar estava oco. A bibliotecária me atendeu com aquela suave descortesia típica dessa categoria profissional, como se o visitante fosse um intruso a ser tolerado, mas não absolvido. Eu sei que as bibliotecárias, entre suas muitas funções hoje em dia, sentem-se na obrigação de ocultar os volumes mais raros de suas respectivas bibliotecas. Bibliotecas mais escondem do que mostram. Há depósitos ou estantes secretas vedadas aos visitantes. São as melhores – e, graças às bibliotecárias, você jamais chegará a elas. 
Na recepção daquela pequenina biblioteca municipal, eu me senti uma assombração do passado a importunar a ordem do agora. 
“Procuro uma coletânea de contos fantásticos de Aluísio Azevedo”, disse à senhora. “O senhor trouxe a referência?” Não. “Por que não consultou o catálogo pela internet?” Sei lá por quê, eu só queria parar por aqui e ler uns livros difíceis de encontrar e talvez levar emprestados... “Os empréstimos são limitados a quatro volumes e a devolução acontece em 15 dias”, ela metralhou, com os olhos pregados no monitor velho e encardido do computador. Por fim, depois de dar um pequeno passeio pelo interior da biblioteca, voltou para informar que não tinha o livro que eu buscava. Virei as costas, imaginando o alívio da funcionária em me ver ir embora. Agora ela podia regressar a sua preguiçosa solidão.
Em tempos idos, eu encontrava nas bibliotecas públicas um abrigo para meditar, planejar e fugir do mundo. Passeava pelas estantes como quem viajasse por outros planetas, tempos e realidades, memórias, histórias, uma lição de vida aqui, uma descoberta da crueldade humana ali, fantasias inúteis acolá. Devo às bibliotecas a minha formação. Fiz mestrado e doutorado passando tardes enfurnado na Mário de Andrade, no Arquivo do Estado e na Biblioteca Nacional. E sempre frequentei bibliotecas de bairro. Anos atrás, elas costumavam ser lotadas de leitores ávidos. Os usuários se interessavam por cultura, e não apenas como uma ferramenta para subir na vida e destruir os concorrentes. Havia oficinas e debates. Os livros de poesia e os romances não paravam nas prateleiras. Agora os ácaros, os carunchos e toda sorte de inseto venceram os leitores. Para não falar da umidade – que, recentemente, quase acabou com os periódicos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Saí da minha biblioteca do bairro e me dirigi a uma lan house próxima, repleta de meninos e adultos, absortos em pesquisar, mandar emails e jogar. Pela internet, encontrei O touro negro, de Aluísio Azevedo, disponível em arquivo digital no site do domíniopublico.br. Agora tudo quanto é livro pode ser encontrado em sites abertos, como archive.org, openlibrary.org e gutenberg.org. E pensei: perto de uma lan house imunda como aquela, as poeirentas bibliotecas públicas lembram santuários abandonados. Não espanta que as prefeituras de quase todas as cidades do Brasil queiram fechá-las. Daqui a pouco a venerável Biblioteca Nacional vai migrar inteira para o mundo on line, e proibir a entrada de leitores de livros em papel, os antigos livros reais. Será vetado o ingresso no recinto de leitores em carne e osso, gente atrasada que vive em busca de livros de papel. Tudo estará apenas “disponibilizado” (que verbo ridículo) pelas bases de dados via internet. 
Sou obrigado a dar razão a esses baluartes do conhecimento que são os prefeitos de todas as cidades do Brasil. As bibliotecas não servem mais para nada nem a ninguém. Nem mesmo a mim, que sempre as amei. Ainda assim, toda vez que passo diante do prédio da biblioteca do meu bairro com a intenção de dizer adeus, não consigo.   


(Luís Antônio Giron escreve às terças-feiras.)
 
 
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19.5.2012 - Por ALESSANDRA DE ARAúJO GONçALVES GOMES
Momentos Literários
Estratégias


Tenho estudado estratégias de como desenvolver comportamentos leitores, observando as crianças e suas atitudes na escola. Sei que como educadora tenho um compromisso com a mediação desta prática. E que é possível formar leitores desde a educação infantil. O professor precisa proporcionar momentos prazerosos de leitura. Iniciando com um bom planejamento das atividades a serem elaboradas. Momentos literários com salas arrumadas, livros, contações de histórias, peças.... Enfim explorando o lúdico, divertindo a criançada. É a melhor fórmula para despertar o imaginário, a curiosidade e o interesse.

Alessandra Gomes

Professora Ensino Fundamental

Escola Mun. Profº Luiz Maranhão Filho

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19.5.2012 - Por ANDRéIA CRISTIANE
Ave Mater: Um sarau deles para elas!!!
Realizado no último dia 17/05/2012 numa parceria da SME de Parnamirim e o Instituto IDE


Emocionante!!!!
 
É a palavra que mais expressa meu sentimento hoje.
Já havia lido algumas vezes a poesia: Se você quer ser minha namorada, de Vinicius de Morais, mas ao ouvir Jorge, nos seus ensaios na escola para essa apresentação, recitando, de uma maneira tão pura, singela, verdadeira, incorporando todos os versos, cada palavra...
Não encontro outra palavra para expressar o meu sentimento!!!
Emoção de ver mais uma criança da nossa escola se destacando na arte da poesia, da leitura, recitando com maestria para um público exigente de professores, secretários de educação, juíza, poetas, escritores, entre outros!!!
 

 
É emocionante saber que estamos no caminho certo!!!
É emocionante saber que, apesar das dificuldades, os frutos já começam a ser colhidos!!!
É emocionante saber que todas as ações da nossa escola tem um direcionamento e que vidas estam sendo modificadas, estam sendo melhoradas a partir daquilo que acreditamos e que tão bem temos desenvolvido!!!
É emocinante saber que nada tem sido em vão!!!

 
 
Aproveito este espaço para agradecer a toda a equipe da Escola Municipal Profª Íris de Almeida, por acreditar na causa da Promoção da Leitura Literária, em especial a Profª Francilene, minha companheira, confidente, minha entusiasta, minha incentivadora, aquela que seguro na mão e confio sem medo, pois sei da sua paixão pela Leitura e promoção da mesma na nossa escola.
 
 
Muito obrigado Profª Francilene Nunes!!!!
 

Profª Francilene e eu


Mais um aluno que se destaca,
Jorge participando do Sarau Ave Mater

 
 
"Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ser
Você tem que me fazer um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer".
“Se você quer ser minha namorada”
de Vinicius de Morais pelo aluno Jorge Lucas de Oliveira.


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16.5.2012 - Por JUSCELY DE OLIVEIRA CONFESSOR
Formação leitora
Para refletir a partir da leitura dos textos


Olá colegas do blog. As perguntas colocadas me fazem pensar que é possível sim formar leitores desde a educação infantil. Mas eu também acho que existe em cada pessoa uma disposição interior em se tornar um leitor, assim se explica como em uma mesma sala de aula ou numa família de bons e fiéis leitores uns leem e outros não. Não se consegue formar 100% de leitores em uma turma de alunos. Nem há como garantir que os que leem hoje farão o mesmo no futuro. Mas acho que desde a mais tenra idade deve se iniciar a criança no contato com os livros atraves da contação de histórias, por exemplo, ler para ela antes de dormir e procurar fazer desse momento o mais precioso possível demonstrando que realmente você gosta do que está fazendo. A criança nota quando algo é feito sem vontade. Na minha prática de mediadora e de mãe procuro fazer desses momentos os melhores do meu dia.
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14.5.2012 - Por TELMA ARAUJO
Formação de Mediadores de Leitura - maio/2012.
Sala de Aula Virtual discute Comportamentos Leitores


Car@s, o material para a formação encontra-se disponível no link http://www.escolasleitoras.org.br/novo/docs/fml/5_1807a6a78fd00c48ebdafdc1f28b0613.pdf

Leia os textos e reflita com base na sua experiência. Observe que no arquivo constam algumas perguntas que você precisa responder. Logo abaixo desta postagem há um espaço para comentários. Clique nele e compartilhe conosco as suas respostas para as perguntas da Ficha de Estudo! Estamos aguardando seus comentários. 

Caso você tenha interesse de participar da formação, mas ainda não fez a sua inscrição, prencha o formulário https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGktQ2xWV043bm1fRmtrakZLMGhMWWc6MQ , envie e aguarde o contato da nossa equipe.


Bom estudo!


(Texto atualizado em 30 de maio de 2012)
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14.5.2012 - Por TELMA ARAUJO
Muito prazer!
Iniciando nossa formação de mediadores de leitura...


INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

FORMAÇÃO DE MEDIADORES DE LEITURA
Ambiente Virtual de Formação

Formadora/Tutora: Telma Araújo
Data: Natal, 14 de Maio de 2012.

 

Car@ alun@!

Estamos iniciando uma nova proposta metodológica de formação de mediadores de leitura – o ambiente virtual! Novidade para todos nós. Esse espaço foi pensado para atender aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer e fazer parte da Rede Potiguar de Escolas Leitoras. Certamente, vc já se inscreveu e consultou nosso material que orienta o passo a passo desta formação. Esperamos que as discussões, os comentários, as experiências, etc., a serem aqui compartilhados venham acrescentar novidades/melhorias às práticas de leitura vivenciadas em sala de leitura, biblioteca, sala de aula, espaços livres, e que possamos divulgá-las no sentido de ampliarmos essa Rede. Esse é o grande objetivo da formação – ampliar a Rede, transformando as nossas escolas em espaços escolares leitores. Para isso, é imprescindível estabelecer e intensificar uma relação de confiança entre o grupo de estudos, no qual todos se sintam seguros e motivados a participarem da formação. Acreditamos que aqueles que já fazem parte da Rede têm conhecimentos e práticas muito bem elaboradas que serão repassadas aos que estão chegando e desejam executar ações que levem à construção do perfil leitor e escritor de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Portanto, nosso espaço é democrático e acolhe o profissional de qualquer área que se interessa em disseminar a leitura literária em locais e espaços diversos.

Meu nome é Telma Araújo, sou pedagoga e especialista em psicopedagogia; professora da rede municipal de Natal há 25 anos; assessora pedagógica do Instituto de Desenvolvimento da Educação – IDE, formadora de mediadores de leitura; mãe de cinco filhos; avó de quatro netos, cercada de bons amigos e muito feliz e realizada com o que faço. Ainda sou nova nesse caminho de formar mediadores de leitura, sobretudo virtualmente, encontro-me em processo de construção. Contudo, tenho a convicção de que teremos ótimos momentos – aprenderemos juntos, caminhando lado a lado.

Desse modo, com dedicação, vamos ao nosso primeiro estudo!!

Abs,

Telma Araújo.

 

 

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12.5.2012 - Por ANGéLICA FERNANDES DE OLIVEIRA VITALINO
Texto em deferência a Aracy Gomes, Glória de Oliveira, Geraldo Tavares, Francisco Martins
(E a tantos outros que labutam nesta nobre causa)


         Mas que tanto esforço é esse para garantir que esse tal objeto chegue às mãos de uma criança?   Por que tanta insistência nisso?  São formações, visitas aos espaços de leitura, escrita de textos, incontáveis ligações telefônicas, múltiplas ações nas instituições escolares (tendas literárias, saraus, bate papos com escritores, etc e etc), “aconselhamentos”, presença em eventos, e leitura, muita leitura!  Haja garra intelectual e força física para um investimento de tal porte! 

Apenas para garantir que tais crianças aumentem seu repertório e, assim, tenham acesso às informações ampliadas mundiais?  Para que mudem o olhar e  pensem, severamente, no outro?  Para, tão somente, estreitar vínculos com o outro mediador, com o autor e também interaja com a arte?  Para diversão gratuita, transportando-se para outros mundos e realidades?  Para desenvolver o princípio da democracia?  Para estimular alguns a arriscar-se a mudar seu país?  Para ser brindado com benefícios de crescimento profissional?  Para refletir sobre sua própria história e, então, exercer influência consciente e positiva sobre ela?  Para se transformar em um imortal?  Para diminuir a pobreza, a exclusão, a injustiça, a marginalização?  Só para garantir que os meninos e meninas desta geração mudem o seu mundo e o porvir?  Devaneios e loucuras, que insistência com essa dinamite!

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8.5.2012 - Por ANGéLICA FERNANDES DE OLIVEIRA VITALINO
A poesia celebra a figura feminina



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8.5.2012 - Por ANGéLICA FERNANDES DE OLIVEIRA VITALINO
"Viva Deus e Ninguém Mais", compilado por Câmara Cascudo e dramatizado em Parnamirim



          Além do básico, como garantir um professor mediador de leitura, um espaço inspirador e uma variedade de títulos à disposição, é preciso mais para formar leitores literários na escola e vencer o problema histórico que temos enquanto país.  Uma ideia interessante foi a da Escola Municipal Hélio Galvão: dramatizar contos de Luís da Câmara Cascudo para apresentação no pátio da instituição. 

          Mesmo com notável reconhecimento de ordem nacional e internacional, Cascudo – ainda - é desconhecido por alguns potiguares.  O conto popular “Viva Deus e Ninguém Mais” da obra "Contos tradicionais do Brasil" foi encenada sob o olhar atento e reações emotivas dos ouvintes-leitores.  Além de difundir a cultura regional, a escola tem utilizado os contos e os mais diversos gêneros literários para a provocação de novos leitores e consolidação de outros já mais experimentados. 

         Quem disse que com as facilidades tecnológicas comuns ao nosso tempo, as crianças – de todas as idades – perderam o encanto de ouvir histórias? 

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7.5.2012 - Por ANGéLICA FERNANDES DE OLIVEIRA VITALINO
A importância da escuta do texto literário
Uma conquista da Escola Municipal Hélio Galvão em Parnamirim


Mesmo sendo uma prática ainda pouco corrente, a escuta do texto literário constitui-se em um das mais importantes ações para a formação de leitores. 

Depois de dois anos de atuação da Profª Jarlene Carvalho, da Escola Municipal Hélio Galvão, em Parnamirim, já é possível vivenciar momentos como esse: em que as crianças, em um espaço social privilegiado de escuta do texto, param diante de uma criança mediadora.  Trata-se, então, de um estabelecimento de uma relação ainda mais profunda e amadurecida com a literatura.   Os olhinhos atentos atestam para a mudança social acontecida quando a “congregação” de meninos e meninas aquietam seu coração diante do objeto livro. 

Partindo do pressuposto que a leitura é essencial para a construção da personalidade e para o desenvolvimento intelectual, ético e estético da criança como ser humano, ações como essas, em que crianças se põem como mediadoras de leitura são imprescindíveis para uma instituição escolar.  A ação aconteceu durante a chegada da “Tenda Literária”, projeto que tem como propósito a democratização do livro em comunidades carentes como o Bairro Vale do Sol, em Parnamirim.

 

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2.5.2012 - Por ANGéLICA FERNANDES DE OLIVEIRA VITALINO
Semeando Leitura na Escola Municipal Homero Dantas em Parnamirim
Pais contagiados, filhos sensibilizados


Nem tudo na vida precisa necessariamente ser verbalizado para ser ensinado. Com relação à educação, ensina-se muito mais pelo exemplo do que através de sermões.

 Há muito a instituição escolar tenta atrair pais para fortificar a parceria família-escola, entendendo que é esta instituição a primeira e principal instância de sustentação da criança.   A Escola Municipal Homero Dantas, participante do Projeto Rede Potiguar de Escolas Leitoras em Parnamirim, tem tido ações exitosas nessa área, através do seu projeto “Semeando Leitura”: pais tem se prontificado para fazer mediações de leitura, fato esse que garante uma disposição ainda mais duradoura para a literatura e, por excelência, fortalece o vínculo entre pais e filhos.

 

 

 

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30.4.2012 - Por ROSIMAR DE CARVALHO ANTONIO MOREIRA
FNLIJ - 2012
EU ESTIVE LÁ...


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29.4.2012 - Por ANGéLICA FERNANDES DE OLIVEIRA VITALINO
E viva Lobato!
Escola Municipal Augusto Severo em Parnamirim continua a celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil


Praticamente a literatura infantil – ou o que convencionamos assim denominar – começou com ele: Monteiro Lobato.  Além de chamar despertar o interesse da criança através do imaginário, Lobato conscientiza com a sua literatura denunciadora.  Genial e singular. 

A Escola Municipal Augusto Severo, entendendo a importância da sua obra, celebra, junto a seus famosos personagens fantásticos do Sítio do Picapau Amarelo, o Dia Nacional do Livro Infantil.  As crianças leram, com propriedade e devidamente caracterizadas, fragmentos do texto “Memórias de Emília” para a plateia do Auditorio Vinicius de Medeiros, repleto de crianças.

E quem não adentrou no mundo da fantasia lendo “Narizinho Arrebitado? Quem não conheceu sobre o acervo herdado debruçando-se sobre “Os Doze Trabalhos de Hércules”?  Quem não misturou realidade e fantasia com o “O Pó de Pirlimpimpim”?   Quem não se identificou com “Emília” (o protótipo do herói infantil) , obstinada, positiva e curiosa?  Quem não teve medo da “Cuca”?

 "De escrever para marmanjos já estou enjoado. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo."

Lobato

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28.4.2012 - Por CLÁUDIA SANTA ROSA
Admirável Professor
Frederico Horie Silva descreve com emoção sobreuma obra da Literatura Brasileira


Foi no romance Capitães da Areia, de Jorge Amado, que encontrei um dos mais belos exemplos do que entendo por um bom educador. Para quem não conhece a obra, ela retrata a vida de um grupo de crianças que vive nas ruas da capital baiana dos anos 30. Os personagens moram em um trapiche abandonado, e aterrorizam a cidade de Salvador praticando furtos e roubos diversos. A fama que circula é a de que são ladrões em corpos de meninos e perigosos enganadores juvenis. Entretanto, a parte do livro que eu gostaria de compartilhar acontece inteiramente dentro do trapiche, e conta a história de João José, um admirável professor.

O professor não recebia um centavo para estar ali, porém, noite após noite, lá estava ele rodeado por meninos, que só se agrupavam desta maneira em duas ocasiões: para planejar um assalto ou para aqueles momentos literários. Seguido por olhares curiosos, o professor narrava histórias de aventura, de marinheiros e cangaceiros.  Com exceção do professor, nenhum deles sabia ler ou escrever, mas isto não os impedia de ouvir e de se deliciar com a leitura. O trapiche se enchia de alegria, as crianças sonhavam acordadas, e eram capazes de sentir medo de histórias bem menos horripilantes e cruéis do que as suas próprias. A imaginação e parte do vazio do estômago dos “capitães” eram preenchidas pelos atos de heroísmo e sucesso dos seus personagens favoritos. O professor era ciente de sua responsabilidade e, mesmo que a oscilante luz da vela insistisse em antecipar o desfecho da história, ele dava um jeito de terminar a leitura programada.

Nas palavras do autor, o professor “era o único que lia corretamente entre eles e, no entanto, só estivera na escola ano e meio. Mas o treino diário da leitura despertara completamente sua imaginação e talvez fosse ele o único que tivesse uma certa consciência do heroico de suas vidas. Aquele saber, aquela vocação para contar histórias, fizera-o respeitado entre os Capitães da Areia, se bem fosse franzino, magro e triste, o cabelo moreno caindo sobre os olhos apertados de míope". Sim, o admirável professor era um membro dos Capitães da Areia, um “menino de rua”, ladrão juvenil, criança e educador.

Não havia um só “capitão” que não admirasse e protegesse o amigo professor, não só pelas histórias que ele contava, mas principalmente pela esperança que ele trazia, em verso e prosa, de que dias melhores viriam. Sua atuação era parecida com a de um mediador de leitura, e sua função, mesmo que ele não soubesse, era a de despertar o interesse pelo mundo da leitura, do engrandecimento proporcionado pelo ato de ler.

João José não era o mais velho, o mais habilidoso no roubo e nem o mais forte do grupo. Na verdade, sua figura não representava quem eram os Capitães da Areia, mas sim o que eles poderiam vir a ser, ou deixar de ser.

             Jorge Amado foi feliz ao evidenciar a importância da leitura para a emancipação pessoal, para imaginação e criatividade, para o entendimento do mundo e de si mesmo. A obra é sensível ao incluir entre as necessidades básicas do ser humano, o domínio e a utilização da leitura como prática de liberdade.

O romance Capitães da Areia denuncia um grave problema social que ainda está longe de ser solucionado, mas que certamente perpassa pela consciência da importância do ato de ler. Tamanha responsabilidade deve ser compartilhada entre todos os segmentos da sociedade, em uma luta que não para até que possamos dizer que, de fato, constituímos um país de leitores.

 

Frederico Horie Silva, Educador e Biólogo, escreve a convite do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), que publica artigos no jornal Diário de Natal às sextas-feiras.

Observação: Publicado na edição de 27/04/2012. O professor apresentou o mesmo texto no 1º Encontro de 2012 do Fórum da Rede Potiguar de Escolas Leitoras, realizado no dia 18 de abril de 2012, na Assembleia Legislativa do RN.
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23.4.2012 - Por ALZENIR ARAUJO SANTOS
BiblioSESC
Mais leitura para o bairro das Rocas


Desde o dia 21 de dezembro de 2011, estamos recebendo, de 15 em 15 dias, a visita regular do caminhão BIBLIOSESC, que fica estacionado em frente à Escola Municipal Henrique Castriciano, das 9h às 16h. Mas, afinal, o que é o BIBLIOSESC? É um caminhão de livros que chega até você! Uma unidade móvel de biblioteca que oferece a qualquer pessoa consultas e empréstimos de livros, jornais e revistas. Desde a sua criação em 1946, o SESC procura incentivar a leitura junto a seu público. Pensando nisso, busca formas de facilitar o acesso ao livro. Das sacolas ambulantes e salas de leitura à maior rede privada de bibliotecas, passando pelas feiras de livros, o SESC faz do desafio de estimular a leitura uma usina de soluções. É assim que nasceu o BIBLIOSESC, uma biblioteca que vai até você, como mais uma opção criativa oferecida à sociedade. Sabe aquela vontade que você tem de ler, mas a grana está “curta” para comprar um livro? Com o BIBLIOSESC você terá acesso às estantes, podendo escolher qualquer exemplar por meio de um cadastro GRATUITO e informatizado. O cadastramento é simples: basta levar o documento de identidade e um comprovante de residência originais ou cópia. Apresente-os ao profissional responsável pela biblioteca que estará no caminhão. Ele fará seu cadastro e VOCÊ já poderá sair com um livro emprestado e devolvê-lo na próxima visita. O tempo de empréstimo é 15 dias, sendo possível prorrogar o prazo, desde que o livro não esteja sendo solicitado por outra pessoa. Que tipo de acervo o BIBLIOSESC oferece? _ Literatura brasileira para adultos, jovens e crianças. _ Literatura estrangeira traduzida para o português. _ Biografias, livros didáticos, etc. _ Revistas e jornais. _ Literatura infantil _ Revistas em quadrinhos. De acordo com o bibliotecário do SESC, Caetano Emanoel Freire Costa, o resultado tem sido bastante positivo desde que as visitas começaram em dezembro. Até a presente data, tivemos um total de 07 visitas com o seguinte resultado: Número de novos usuários cadastrados e o total de empréstimos por visita: Data Cadastro de novos usuários Número de empréstimos realizados 21/12/2011 44 44 04/01/2012 12 43 18/01/2012 13 66 01/02/2012 09 69 15/02/2012 15 88 29/02/2012 13 94 14/03/2012 11 100 Fonte: Biblioteca SESC / Centro - Natal/RN Algumas pessoas apenas sentem curiosidade e entram no caminhão para conhecê-lo, mas não fazem o cadastro. No mês de janeiro/2011, 118 pessoas circularam no caminhão; em fevereiro, foram 211 e, em março, tivemos 70 pessoas na primeira visita do mês. As próximas visitas ocorrerão nas seguintes datas: 28/03; 11 e 25/04. Portanto, aproveite! Leia! Visite o BIBLIOSESC! Diz um antigo ditado popular que, “o que é de graça, não presta, não tem valor”. Mas, leitura de qualidade e de graça, tem muito valor, sim. Toda a família pode ter este benefício. Leitura é cultura! “Se não é possível instalar uma biblioteca em cada bairro, a solução é criar uma biblioteca que possa circular de bairro em bairro.”
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